Rev. Paulo Brocco

Pregação no culto de encerramento do Presbitério Piratininga.

Batismo da irmã Raimunda Goveia"

"E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará"!

Fachada da IPC de Bonfim

Rua A Quadra A, nº 48, Casas Populares - Senhor do Bonfim - BA

Igreja em festa: Confraternização

IPC de Senhor do Bonfim em festa.

domingo, 12 de janeiro de 2014

VELHINHA SEM INIMIGOS

Num dos cultos de domingo à noite, o pastor começa sua pregação sobre perdão de pecados e, ao final de toda a argumentação, pergunta aos fiéis:
- Quantos de vocês estão dispostos a perdoar seus inimigos?
A maioria levantou a mão. Para reforçar a visão do grupo, ele voltou a repetir a pergunta e então todos levantaram a mão, menos uma pequena e frágil velhinha que estava na segunda fileira, apoiada numa enfermeira particular.
- Dona Mariazinha? A senhora não está disposta a perdoar seus inimigos ou suas inimigas?
- Eu não tenho inimigos! - respondeu ela, suavemente.
- Senhora Mariazinha, isto é muito raro! Disse o sacerdote. E perguntou:
Quantos anos tem a senhora?
E ela respondeu:
– 98 anos!
A congregação se levantou e aplaudiu a idosa, entusiasticamente.
- Puxa, senhora Mariazinha, será que poderia vir contar para todos nós como se vive 98 anos e não se tem inimigos? Dê seu belo testemunho aqui na frente!
- Com prazer, disse ela.
Aí, aquela gracinha de velhinha se dirigiu lentamente ao altar, amparada pela sua acompanhante e ocupou o púlpito. Virou-se de frente para os fiéis, ajustou o microfone com suas mãozinhas trêmulas e então disse em tom solene, olhando para os presentes, todos visivelmente emocionados:
- Porque já morreram todos, aqueles miserentos, malacabados!

Extraído do site www.esbocandoideias.com

sábado, 11 de janeiro de 2014

SE JESUS CONHECESSE O CURUPIRA!

Nos matos de Goiás, há muito tempo, ouvi a história do Curupira. Um ser encantado, protetor dos animais e da floresta. Dizem que ele odeia caçadores, lenhadores e pessoas que agridem a floresta. Ele é um sujeito baixinho, de cabelos avermelhados e pés voltados para trás. Muito feio, portanto.

Cada personagem mítico/folclórico possui algo da sabedoria popular. Com o Curupira não é diferente. Sua história é contada com o propósito de afastar pessoas más do campo e proteger os animais silvestres. Pelo sim, pelo não, alguns poucos que ficassem na dúvida quanto a existência ou não desse ser evitavam destruir a fauna e a flora. Um detalhe, no entanto, chama a atenção: O Curupira faz o bem se utilizando da dissimulação, do engano, da trapaça. Os pés voltados para trás servem para despistar seus possíveis perseguidores.

Imagine um pé voltado para trás! O corpo e a cabeça apontando para uma direção e os pés, para outra. Eu acho que, às vezes, até o Curupira deve se confundir.

Como sou pastor, tenho a tendência de espiritualizar quase tudo. Admito que, de vez em quando, a gente exagera um pouco. Posso estar fazendo isso aqui, com a história do Curupira. Mas é um risco que corro deliberadamente. Entenderei, portanto, qualquer crítica feita pelo leitor referente à comparação que farei entre o Curupira e um tipo de cristão.

Valho-me, deixo claro, de apenas um elemento estético na rica imagem dessa figura exótica: cabeça para um lado e pés para outro. Tomo isso como tipo da corrupção da mais nobre atividade humana: Pensar.

Julgo que nossas decisões, as mais corretas, são tomadas com a cabeça, aqui na acepção de entendimento, inteligência, reflexão. Antes de agirmos, pensamos nas consequências, no passo a passo, nas circunstâncias. Isso, dizem alguns, é ser racional. E racionalidade, penso eu, é coisa de cabeça.

Depois do planejamento vem a execução, o agir. Ora, se escolhi bem um caminho, se ponderei as variáveis dessa escolha, se decidi que, para chegar onde quero, determinado rumo é o melhor, resta-me segui-lo com firmeza, andar por ele até cruzar a linha de chegada. Meus pés, agora, serão os responsáveis por essa etapa.

Então, procure idealizar uma pessoa cuja cabeça aponte para uma direção e os pés a levem para outra! Essa pessoa seria uma vítima? Teria ela condições de chegar a algum lugar na vida? Seria, alguém assim, digno de nossa confiança? Mereceria respeito um ser cuja cabeça aponta para o norte enquanto os pés caminham para o sul? Um indivíduo assim seria um bom companheiro de viagem?

Na época de Jesus não se falava de Curupira. Mas, se falassem, certamente nosso Senhor teria feito referência a ele, quando disse: “Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim” (Mt. 15.8).

Pra quem acha o Curupira um bicho feio, tente imaginar um ser cujos beiços apontem para o céu e o coração, para o inferno. Esse bicho existe. Jesus o chamou de hipócrita!

Rev. Renato Arbués.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

ANO NOVO FELIZ!

São 365 dias. Doze meses. Cinquenta e duas semanas. 8.760 horas. Dito assim, parece muito tempo. Entretanto, vividos, passa tão rapidamente. Aí, resta a sensação de que o tempo voa!

E mais uma vez, aqui estamos nós, desejando um Feliz Ano Novo aos amigos e irmãos, sonhando com mudanças, desejando que algumas coisas sejam realmente diferentes e que outras continuem iguais. Não tem jeito. É sempre assim.

Alguém chamou isso de rito. Um rito é um conjunto de atividades organizadas, em que as pessoas se expressam, por meio de gestos (abraços, sorrisos), símbolos (roupas brancas), linguagem (Feliz Ano Novo! Que seus sonhos se realizem!) e comportamento (ceias, cultos, amigos secretos) que compõem uma cerimônia.

Somos assim. Sentimos, desejamos, temos, queremos. Sempre insatisfeitos, sempre esperando que alguma coisa mude, que algo melhore e que sejamos felizes.

Mas, o que é ser feliz? Será que se em 2014 tivermos tudo o que desejamos seremos felizes? Será que se sentirmos apenas emoções positivas seremos felizes? Pensar assim, é projetar a felicidade objetivamente, ou seja, em fatores externos, fora de nós. É crer que, se vivemos em um ambiente perfeito, seremos perfeitos também. A história de Adão e Eva nos ensina o contrário. A história de todos os homens, na verdade, ensina o contrário.

Há pessoas que têm tudo, mas são infelizes. Veja o caso das drogas. Todo mundo sabe que as drogas psicoativas produzem sensação de prazer, de alegria. Seria mais do que natural achar que apenas pessoas tristes, com enormes dificuldades financeiras, entre outros males, procurariam se envolver com elas. Infelizmente, jovens ricos, bonitos, famosos e alegres estão atolados até o pescoço nessa porcaria. E por quê?

Porque a felicidade não é objetiva, não está fora de nós. Jamais nos realizaremos com dinheiro, propriedades, bebidas ou drogas. Eles podem fornecer aquela sensação de prazer que tantos procuram. Mas o que dão, na verdade, é uma débil imitação da felicidade verdadeira.

Quando se compreende e aceita isso, pode-se entender a visão bíblica sobre o tema. Nas Escrituras, homens ricos e pobres, grandes e pequenos, definem a felicidade da mesma forma: Satisfação. Satisfação com a vida que levam, com os bens que possuem, com privação ou fartura, em família ou na solidão, com muito ou pouco. Porque a felicidade está neles e não nas coisas. Foi isso que Paulo quis dizer, quando escreveu: “E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito, falando entre vós com salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor com hinos e cânticos espirituais. Dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome do Senhor Jesus Cristo” (Ef. 5.18-20).

Assim, para que tenhamos um Feliz Ano Novo, proponho que, ao invés de desejarmos felicidades aos outros, encontremos a felicidade em nós, no Deus que em nós habita. Então, felizes e cheios de alegria, poderemos fazer com que a vida dos outros seja próspera e abundante de bênçãos.

Rev. Renato Arbués.

domingo, 5 de janeiro de 2014

PALAVRA DE EDUARDO?

Aconteceu no dia 9 de dezembro de 2013. Uma chuva forte afetou o sistema de telecomunicações da Oi, em parte da região de Senhor do Bonfim. Ficamos sem telefone fixo e sem Oi Velox (internet). Quando isso acontece, no máximo duas ou três horas o sistema volta a funcionar. Esperei dois dias, e nada. Resolvi ligar.

O atendente virtual Eduardo, muito solicitamente, disse que os técnicos estariam em minha região e restabeleceriam o sinal no dia 13/12, às 9h. Liguei (do celular, claro) no dia 14. O Eduardo disse que já havia uma reclamação minha e que eles fariam o possível para que o problema fosse resolvido imediatamente. Como, segundo ele, os técnicos já estavam na minha região, tudo voltaria ao normal no dia 16/12, às 10h. Lá vou eu de novo, no dia 17, reclamar. Como o Eduardo nem deixa a gente falar, tive que aceitar outra promessa. Dessa vez, os técnicos solucionariam o problema no dia 20/12, às 8h. Depois disso, esperei pelos dias 23, 25 (Natal?), 28 e 31. Se eu pudesse ver o Eduardo, tenho a impressão de que entraria o ano quebrando um ou mais mandamentos.

Desisti da Oi. Pra mim, a empresa não teve palavra.

É incrível como algumas pessoas e empresas não costumam zelar pelo bom nome. Leva muito tempo para construir uma reputação positiva. Prometer e cumprir são dois pontos essenciais para essa tarefa. Isso é válido tanto para pessoas físicas quanto jurídicas.

O sábio rei Salomão refletiu que “mais vale o bom nome do que as muitas riquezas; e o ser estimado é melhor do que a prata e o ouro” (Pv. 22.1).

Que tal começarmos o ano tomando a resolução de zelarmos pelo nosso bom nome e, igualmente, pelo bom nome das pessoas com quem nos relacionamos. De nossa parte, antes de nos comprometermos com alguma coisa, consideremos sempre nossas possibilidades de cumprir o trato. Se não houver como, é mais digno dizer a verdade, ou seja, reconhecer as limitações e evitar enlamear o nome de Cristo que carregamos.

Quanto ao nome dos outros, é regra de etiqueta jamais falar de alguém na ausência dele. Comecemos por esse ponto. R. C. Sproul definiu a fofoca como “a arte de confessar os pecados alheios”. Deixemos que cada um confesse os seus próprios pecados. A nós basta o dever de orar uns pelos outros e amar aqueles por quem Cristo morreu.

Você pode fazer isso? Palavra?

Rev. Renato Arbués.


sábado, 30 de novembro de 2013

DIA DO SENHOR

Não são poucos os cristãos que cumprem fielmente as orientações escriturísticas a respeito da guarda do Dia do Senhor. Culto público, culto doméstico, leitura da Bíblia, orações, obras de necessidade e misericórdia. É tão estimulante encontrar a igreja cheia no domingo. Claro, Deus Se faz presente onde Seu nome é invocado, seja por um, dois ou três. No entanto, quando o rebanho do Bom Pastor está junto, a adoração é fervorosa, os hinos são mais belos e a voz do Senhor se faz ouvir mais poderosamente.

Louvemos ao Senhor no Dia do Senhor!

IPC de Senhor do Bonfim.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

DE ONDE VEM A SUA FORÇA?

Anteu. Filho de Poseidon (deus do mar) e Gaia (terra), Anteu era extremamente forte e quase invencível. Quase, porque, como todo bom herói, ele também tinha um ponto fraco. Bastava levantá-lo da terra e sua força diminuía consideravelmente. Por ser filho de Gaia (Terra), sempre que caía, Anteu recebia da mãe a força necessária para continuar lutando e vencer seus adversários. Assim, toda vez que alguém o jogava no chão, pensando em subjuga-lo, na verdade, o estava fortalecendo.



Super-Homem é outro ser quase invencível. Como Anteu, ele também tem um ponto fraco. Você pensou na kryptonita, não foi? Aquela pedra fictícia, verde, que tem o poder de minar a energia do homem de aço. Pois é, embora a kryptonita tenha o poder de enfraquecer o nosso herói, o que poucos sabem é que a sua força vem do sol. Mais precisamente do sol amarelo(?), o nosso sol. É dele que Clark Kent recebe o seu poder. Se algum vilão conseguir cobrir o sol, mata o Super-Homem. Um dia, Darkseid, um supervilão, deu um soco tão forte no homem de aço que este entrou em órbita. Resultado: Chegou perto do sol, recarregou a bateria e “pei”, acabou com as pretensões do inimigo.



E o Aquaman? A ficha dele registra a capacidade de se comunicar com a vida marinha, respiração debaixo d’água, resistência sobre-humana (pode levar tiros de metralhadora que não morre), pode nadar na velocidade de 3.000 m/s, ver na escuridão e ouvir qualquer som no fundo do mar. Só não pode ficar muito tempo longe da água, fonte de sua força, senão morre.



Talvez você não tenha lido essas histórias durante a infância ou, talvez, nem goste desses personagens. Mas, eu os citei com uma intenção clara de fazer uma analogia entre eles e nós, cristãos.



Não somos heróis, portanto, esse não é o elemento de comparação. Porém, assim como eles, fomos chamados para uma missão, uma grande missão, diga-se de passagem. E, também à semelhança deles, recebemos uma força, uma energia sobrenatural, que nos capacita a grandes realizações. Não é por acaso que os cristãos antigos são chamados de “heróis da fé”. Mais cedo ou mais tarde, eu e você, espero, também seremos chamados assim.



Um dos heróis da fé um dia declarou: “Eu te amo, ó SENHOR, força minha” (Sl. 18.1). Um outro, muito tempo depois, afirmou com confiança: “Que diremos, pois, à vista destas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Rm. 8.31). Resta claro que, para esses homens, a força deles tinha uma origem comum: Deus! Por isso, não se afastavam do SENHOR. Longe dEle, eles se enfraqueciam!



Você e eu não fomos chamados para fazer um trem parar com a palma da mão ou conversar com baleias no fundo do mar. Não obstante, nossa missão não é fácil: Ser luz para o mundo e pregar o evangelho a toda a criatura! Jamais teremos êxito se fraquejarmos. Assim, devemos permanecer firmes na fonte de nossa força: “Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão” (1 Co. 15.58).



Amém!

Rev. Renato Arbués.

domingo, 24 de novembro de 2013

Por onde você anda?

A pergunta do título foi feita pelo Senhor Criador. Um dia, ao passear pelo jardim do Éden, já à tardinha, Deus sentiu a ausência de Adão. Este não estava à espera do Senhor como sempre fazia. O local combinado, no qual sempre se encontravam, estava vazio. O que teria acontecido?

Ora, o resto (e o início) da história, você conhece bem. Adão e Eva desobedeceram ao Senhor. A desobediência trouxe um sentimento de culpa tão grande que eles fugiram da presença de Deus. Ou, pelo menos, tentaram.
É curioso constatar que tanto tempo depois, os filhos de Adão e Eva continuam mantendo o mesmo comportamento. Hereditariedade? Imitação? Qual será a razão para que as pessoas continuem a tentar fugir de Deus? Por que a Santa presença do Criador ainda incomoda tanto?

Uma boa razão é dada pelo profeta Isaías. Ele viveu há cerca de 700 anos antes de Cristo. Eram dias difíceis, em que a nação de Israel se rebelara contra o Senhor. Então, Isaías é chamado para “sacudir” aquele povo. Num dos momentos mais dramáticos de seu ministério, o profeta faz uma declaração avassaladora: “Eis que a mão do SENHOR não está encolhida, para que não possa salvar; nem surdo o seu ouvido, para não poder ouvir. Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça” (Isaías 59.1-2).


Que coisa, não? Se essas palavras fossem escritas num gigantesco outdoor, sem menção alguma sobre o autor e os destinatários, elas poderiam fazer referência a qualquer período da história humana, desde Adão até o fim dos tempos.


O ex(?)-papa Bento XVI, em visita a um antigo campo de concentração de judeus, perguntou: “Deus, onde estavas e por que permitiste que tudo isso acontecesse?” O papa fez um pergunta retórica, claro. Ele já sabia a resposta. Eu e você também sabemos. Deus estava (e está) onde sempre esteve: “No céu está o nosso Deus e tudo faz como lhe agrada” (Salmo 115.3).


Mas, o que aconteceu naqueles dias? Aconteceu a mesma coisa que acontece sempre que desobedecemos a “santa e perfeita” vontade de Deus: o homem fugiu da presença do Criador. Fugiu, por quê? Vergonha, remorso, culpa, tristeza, covardia... Sabe-se lá o que passa na cabeça de alguém em rebelião contra Deus!
No entanto, a fuga tem uma finalidade, um objetivo. Adão pensou que, se escondendo, evitaria a indignação divina. Não é o mesmo pensamento que passa na sua cabeça quando o pecado está à porta? Tentar esconder ou negar a culpa é uma atitude muito corriqueira.



O rei Davi também fez uma pergunta retórica. No Salmo 139 ele quer saber: “Para onde me ausentarei do Teu Espírito? Para onde fugirei da Tua face?” (Salmo 139.7). Davi estava orando. Que bela oração, não é mesmo? Não adianta fugir de Deus. É impossível. Ele está onde sempre esteve. O rei Salomão também afirmou: “Os olhos do Senhor estão em todo lugar, contemplando os maus e os bons” (Provérbios 15.3).
Você deve estar se perguntando: “Ora, se Deus sabe tudo, por que perguntou onde estava Adão?” Boa pergunta. E, no íntimo, você também sabe como respondê-la. Deus fez uma pergunta retórica. Ele sabia a resposta, mas queria ouvi-la de seu filho.


A história continua a se repetir. Você, por vezes, pode até pensar que, fugindo da presença de Deus, conseguirá viver bem com sua consciência. Não viverá! Santo Agostinho dizia a respeito dos homens: “Fomos criados por Deus e nossa alma só encontrará repouso nEle”.


Não fuja de Deus. Busque-o, aproxime-se dEle e Ele Se achegará a você. Creia nisso porque é uma promessa do Criador. Leia em sua Bíblia, na Carta de Tiago, no capítulo 4, verso 8.
E pare se tentar se esconder de Deus.

Rev. Renato Arbués.