Rev. Paulo Brocco

Pregação no culto de encerramento do Presbitério Piratininga.

Batismo da irmã Raimunda Goveia"

"E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará"!

Fachada da IPC de Bonfim

Rua A Quadra A, nº 48, Casas Populares - Senhor do Bonfim - BA

Igreja em festa: Confraternização

IPC de Senhor do Bonfim em festa.

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domingo, 5 de janeiro de 2014

PALAVRA DE EDUARDO?

Aconteceu no dia 9 de dezembro de 2013. Uma chuva forte afetou o sistema de telecomunicações da Oi, em parte da região de Senhor do Bonfim. Ficamos sem telefone fixo e sem Oi Velox (internet). Quando isso acontece, no máximo duas ou três horas o sistema volta a funcionar. Esperei dois dias, e nada. Resolvi ligar.

O atendente virtual Eduardo, muito solicitamente, disse que os técnicos estariam em minha região e restabeleceriam o sinal no dia 13/12, às 9h. Liguei (do celular, claro) no dia 14. O Eduardo disse que já havia uma reclamação minha e que eles fariam o possível para que o problema fosse resolvido imediatamente. Como, segundo ele, os técnicos já estavam na minha região, tudo voltaria ao normal no dia 16/12, às 10h. Lá vou eu de novo, no dia 17, reclamar. Como o Eduardo nem deixa a gente falar, tive que aceitar outra promessa. Dessa vez, os técnicos solucionariam o problema no dia 20/12, às 8h. Depois disso, esperei pelos dias 23, 25 (Natal?), 28 e 31. Se eu pudesse ver o Eduardo, tenho a impressão de que entraria o ano quebrando um ou mais mandamentos.

Desisti da Oi. Pra mim, a empresa não teve palavra.

É incrível como algumas pessoas e empresas não costumam zelar pelo bom nome. Leva muito tempo para construir uma reputação positiva. Prometer e cumprir são dois pontos essenciais para essa tarefa. Isso é válido tanto para pessoas físicas quanto jurídicas.

O sábio rei Salomão refletiu que “mais vale o bom nome do que as muitas riquezas; e o ser estimado é melhor do que a prata e o ouro” (Pv. 22.1).

Que tal começarmos o ano tomando a resolução de zelarmos pelo nosso bom nome e, igualmente, pelo bom nome das pessoas com quem nos relacionamos. De nossa parte, antes de nos comprometermos com alguma coisa, consideremos sempre nossas possibilidades de cumprir o trato. Se não houver como, é mais digno dizer a verdade, ou seja, reconhecer as limitações e evitar enlamear o nome de Cristo que carregamos.

Quanto ao nome dos outros, é regra de etiqueta jamais falar de alguém na ausência dele. Comecemos por esse ponto. R. C. Sproul definiu a fofoca como “a arte de confessar os pecados alheios”. Deixemos que cada um confesse os seus próprios pecados. A nós basta o dever de orar uns pelos outros e amar aqueles por quem Cristo morreu.

Você pode fazer isso? Palavra?

Rev. Renato Arbués.


sexta-feira, 23 de março de 2012

RESPEITO AO DIA DO SENHOR


Um empregado foi despedido por seu patrão por afirmar que não poderia trabalhar aos domingos, por motivo de consciência:
- Ainda que conheça o regulamento da casa, ainda que o sustento da minha pobre mãe dependa do meu emprego, sinto que não posso trabalhar aos domingos. O senhor me desculpe!
Então vá ao Departamento de Pessoal segunda-feira, para receber suas contas – disse o patrão.
Certo dia, conversando com um banqueiro que precisava de um empregado, o ex-patrão indicou o nome daquele que tinha sido despedido por não querer trabalhar aos domingos. Recomendou-o considerando-o ideal para ser caixa no banco.
- Mas você o despediu, disse o amigo.
- Sim, eu o despedi, porque não queria trabalhar aos domingos, mas um homem que pode perder o emprego para não violentar a sua consciência e princípios, servirá muito bem como caixa e pessoa de confiança.
"Quem é fiel no mínimo, também é fiel no muito; quem é injusto no mínimo também é injusto no muito. Pois, se nas riquezas injustas não fostes fiéis, quem vos confiará as verdadeiras? E, se no alheio não fostes fiéis, quem vos dará o que é vosso?" (Lc. 16.10-12).
Fonte: Ilustrações Selecionadas. Alcides Conejeiro Peres, CPAD.

Rev. Renato Arbués.